Eu prefiro suspirar
e aspirar-te à colombina
Colombina que prometeu
colorindo mais que um olho teu
e me fez respirar, suspirar e aspirar
só mais uma vez
o brilho que ainda há no
sorriso estranho a se arrepender e se mostrar
sem saber e esconder
Um homem faz sorrir
Dois homens sabem sorrir
Poeme-se
domingo, 19 de maio de 2013
domingo, 10 de março de 2013
Um, a cortesia do ser
Sinto que é bom
Sigo para ser
livre como sou, como é ser
louco tal você
Um maldoso entrelaçado
de faltar uma coragem
dizer que está na língua
e na ponta
de quem não vai entender
fingir que está a esconder
por vergonha de aparecer
por vontade de voltar.
Não temo a liberdade
Sou livre como você
Sigo para ser
livre como sou, como é ser
louco tal você
Um maldoso entrelaçado
de faltar uma coragem
dizer que está na língua
e na ponta
de quem não vai entender
fingir que está a esconder
por vergonha de aparecer
por vontade de voltar.
Não temo a liberdade
Sou livre como você
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
A dúvida
Então está o pior da informação
o louvor da negação
o conflito de sim ou não
tal entender para duvidar
um segundo de pensar
uma década a desenhar
com um vazio de tristeza
uma riqueza a depressão
o silêncio do sim ou não
o louvor da negação
o conflito de sim ou não
tal entender para duvidar
um segundo de pensar
uma década a desenhar
com um vazio de tristeza
uma riqueza a depressão
o silêncio do sim ou não
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Idéias perdidas
Então cheguei ao fim
inutilmente feliz
como tudo deve ser
como tu pudesse ler
um ensaio sobre mim
inutilmente feliz
como tudo deve ser
como tu pudesse ler
um ensaio sobre mim
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Seca interna
Sobriamente sombras se escondem
Sorrateiramente pessoas dissipam
Assombrados escombros litúrgicos
Mediando meio alquimista
Eternos gritos pairam ao ar
Suspirando bem luz nativa
E nesse ato padecer
Velhos atos pessimistas
Sorrateiramente pessoas dissipam
Assombrados escombros litúrgicos
Mediando meio alquimista
Eternos gritos pairam ao ar
Suspirando bem luz nativa
E nesse ato padecer
Velhos atos pessimistas
Fuga das palavras
Não sei por que escrevo
Talvez por obrigação não sei
As palavras precisam de mim
Elas querem se libertar
Vivem sozinhas querendo ser notadas
E quando nascem são transformadas
Mas como vêm até mim?
Não sei e repito
Vêm até mim
Minha mente se atordoa
Não sabe o que faz
Mas eu sei e repasso
Nada vem de mim
E nem sei de onde vem
Conspira um ataque
E explode no limite
Talvez por obrigação não sei
As palavras precisam de mim
Elas querem se libertar
Vivem sozinhas querendo ser notadas
E quando nascem são transformadas
Mas como vêm até mim?
Não sei e repito
Vêm até mim
Minha mente se atordoa
Não sabe o que faz
Mas eu sei e repasso
Nada vem de mim
E nem sei de onde vem
Conspira um ataque
E explode no limite
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Desordem a todos
Alguns esperam que eu fale de sentimentos
Mas não quero, prefiro falar do vento
O vento que me visita todo dia
Pra que falar do que traz problemas?
O vento me alivia e traz novidades
Vem de longe e deixa saudade
Ah vento, como é bom falar contigo
Porém me esqueças quando fores embora
Mas não quero, prefiro falar do vento
O vento que me visita todo dia
Pra que falar do que traz problemas?
O vento me alivia e traz novidades
Vem de longe e deixa saudade
Ah vento, como é bom falar contigo
Porém me esqueças quando fores embora
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